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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Parabéns Elis

É com muita alegria que a Liga das Pedagogas parabeniza a Pedagoga Elis pelo seu aniversário.
Desejamos que essa data se repita por mais uns 100 anos e nossa linda companheira continue sempre essa mulher maravilhosa, sincera, alegre, divertida, tudo de bom!!
Muitos Edu Melones ainda vão rolar!!
Te amamos tia!
Sem você a Liga não seria a mesma, todas temos um papel fundamental nessa aliança de amizade.

Meu Irmão - Ana Paula Valadão

Dentro de mim existe um lugar
Um espaço pra alguém completar
Alguém que me entenda e compreendenda
Alguém disposto a amar

Não sou um ser perfeito, mas sei
Que Deus em mim irá terminar
A sua obra, sua misericórdia
Cada dia vejo se renovar

Será que nas horas em que eu falhei,
você me olhou com perdão?
Nada é mais importante do que nossa comunhão

Meu irmão, eu preciso tanto de você
Me dê a mão e juntos vamos correr
Pelos campos do Senhor e conhecer o que é o amor
Que traz cura e restauração

Meu irmão eu preciso tanto de você ôôô
Meu irmão eu preciso tanto de você ôôô

Parabéns de suas amigas e irmãs de coração: Rê, Tati, Ju Carvalho, Line, Ju Zonatto e Sol.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Copa do Mundo muda rotina de empresas no Brasil


Curiosidade: Atualidades

Copa do Mundo não é feriado. Ainda assim, os jogos do Brasil no campeonato vão mudar a rotina das empresas e serviços no país. Muitas companhias se organizaram para que os funcionários possam assistir às partidas, sem prejuízo à atividade.
"As empresas não têm fundamento legal para que o empregado exija o feriado, mas é o costume. É como o Carnaval. Nós temos que levar em conta que o futebol faz parte da cultura do país", explica Nelson Manrich, sócio do escritório de advocacia Felsberg e Associados e presidente da Academia Nacional do Direito do Trabalho.
Pensando nisso, a fabricante de revestimentos Solarium decidir fazer uma votação entre seus funcionários, para decidir o que seria feito nos horários dos jogos. Os escritórios e fábricas em São Paulo, Recife e Rio de Janeiro optaram por assistir às partidas no local de trabalho.
"Compramos um televisor de tela plana para os jogos, e faremos um lanche, com cachorro quente, pipoca, para os funcionários", diz. Na fábrica de Brasília, os trabalhadores optaram por manter o funcionamento normal.
Os funcionários vão compensar as horas de trabalho perdidas com a Copa, para que também não haja prejuízo à produção.
No escritório de advocacia Inoue Advogados, o proprietário Alex Inoue optou por outra estratégia. "Vamos tentar adequar o funcionamento do escritório ao do Tribunal de Justiça, que vai operar com horário reduzido nos dias de jogos", afirma.

O Brasil tem três jogos agendados para a primeira fase do Mundial, no dia 15 (terça-feira) às 15h30, contra a Coreia do Norte, no dia 20 (domingo) às 15h30, contra a Costa do Marfim, e no dia 25 (sexta-feira), quando enfrenta Portugal às 11h.
Assim, no dia em que o jogo for à tarde, os funcionários serão dispensados mais cedo. Na partida de manhã, eles poderão chegar mais tarde ao escritório. "Não pretendemos fazer uma compensação de horas, mas contamos com todos para cumprir os prazos", diz Inoue.


Retirado do site: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/749012-copa-do-mundo-muda-rotina-de-empresas-no-brasil.shtml

terça-feira, 8 de junho de 2010

Como conduzir uma entrevista


Os processos de Recrutamento e Seleção, bem conduzidos, são fundamentais para a contratação de adequados profissionais do mercado de trabalho.

A finalidade deste artigo é mostrar brevemente, técnicas e instrumentos em entrevistas que possam reduzir a margem de erro em contratações e que auxiliem na identificação, avaliação e até mesmo atração de pessoas.

A contribuição mais importante que se pode dar ao processo de Recrutamento e Seleção é implementar ou formular uma política que seja objetiva e à prova de erros.

A “Descrição de Cargo” é uma ferramenta importante. Toda decisão de contratação começa com uma descrição do cargo que reflete as necessidades a curto e longo prazos da organização. É fundamental focalizar as características minimamente aceitáveis do candidato.

As fontes na busca de candidatos podem ser Recrutamento interno e/ou externo. O processo de Recrutamento e Seleção pode ser decomposto em “fases”, embora algumas empresas as combinem de maneiras diferentes, dependendo da política ou de preferência. São elas: Formulário de inscrição ou análise de currículo; Testes de habilidade, inteligência ou aptidão; Entrevista de triagem; Entrevista de seleção; Entrevista de oferecimento do emprego.

As entrevistas podem ser de vários estilos, como por exemplo: Perguntas Situacionais – criando hipóteses da vida real; Perguntas não-direcionais – assegurando entre as partes um intercâmbio aberto, isento de juízos de valor; Perguntas técnicas – limitando a ênfase a antecedentes de perícias e dados técnicos; Perguntas direcionais – determinando os níveis de perícia na tomada de decisões e os valores dos candidatos.

Atualmente, é praticamente unânime pelas empresas, a utilização de ferramentas e instrumentos, a fim de quantificar inteligência, concentração, aptidão, proficiência e personalidade, entre outros, como subsídios em suas decisões de contratação.

As entrevistas variam de acordo com o cargo e o nível a serem preenchidos. O entrevistador precisa ser capaz de reconhecer as sutis pistas não-verbais que indicam a tentativa de “enganar”, precisa aprender a dinâmica da comunicação verbal e não verbal. É necessário desenvolver a comunicabilidade – envolvimento e auto-revelação do candidato quando o entrevistador demonstrar autêntico respeito pela sua pessoa e compreensão de suas necessidades; Estabelecer harmonia – referências a relacionamentos de trabalho anteriores. Essa franqueza prepara o terreno para compartilhamento mútuo de revelações e auto-revelação de parte do candidato; demonstrar aceitação – interesse e respeito pelo candidato. Aceitar perguntas, utilizando como dados úteis a escolha de palavras e frases do candidato; estabelecer o ritmo e encaminhar as respostas – procurar obter informações, a fim de compreender o estado emocional, a defensividade e a resistência do entrevistado.

O Entrevistador deve receber cordialmente o candidato; manter uma atmosfera relaxada, iniciando com uma conversa curta, sem relação com a entrevista; manter uma atitude de interesse que garanta o fluxo livre de informações durante a entrevista; indicar a intenção de fazer anotações e estender essa oportunidade ao candidato; focalizar toda a atenção nas respostas do candidato, nas perguntas e observações que ele fizer e em sua linguagem corporal.

Ao finalizar uma entrevista de seleção, o entrevistador deve descrever o processo de tomada de decisão para preenchimento da vaga, situar o candidato que conversará com outras pessoas nos próximos dias ou semanas e que será feito contato com todas elas ao final do processo, quer sejam convidadas a voltar ou não.

Em seguida, a entrevista deve ser avaliada e os resultados e percepções apresentados à pessoa ou área requisitante, a fim de definir qual candidato melhor se alinha ao cargo e perfil solicitados.

Retirado do site:

http://www.abrhrs.com.br/2008/grupo-artigos-mostrar.php?cod=266&popup=1

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Como identificar competências comportamentais em um processo de seleção?


O comportamento humano é uma verdadeira caixa de surpresas e isso vale tanto para a vida pessoal quanto profissional. No dia-a-dia corporativo, por exemplo, os líderes deparam-se com uma infinidade de situações que envolvem raiva, alegria, tristeza, ansiedade e que quando não bem administrados podem gerar conflitos, comprometendo até mesmo o desempenho da equipe. Por esse motivo, cada vez mais as empresas investem tanto em competências técnicas quanto no desenvolvimento do lado comportamental dos colaboradores.
Mas, como saber se um colaborador possui uma determinada competência comportamental para assumir uma função? Somente na prática, na rotina do meio organizacional que essa pergunta pode ser respondida. No entanto, é possível identificar se um profissional possui algumas competências comportamentais logo na seleção. Contudo, para isso, o selecionador deve estar preparado para realizar atividades que revelem as possíveis respostas que os candidatos poderão dar frente a uma situação inesperada e que exigirá pressão no trabalho, por exemplo.
"O colaborador que deseja trabalhar o lado comportamental pode buscar ajuda de profissionais capacitados que poderão guiá-lo sem medo. As competências comportamentais mexem com nosso ego e o importante é ter um acompanhamento periódico do que se esta descobrindo", explica Cíntia Baranek, Consultora de carreira e outplacement, ela já gerenciou centenas de processos de recolocação de executivos e profissionais para atuar em vários segmentos corporativos. Em entrevista concedida ao RH.com.br, Cíntia comenta as ferramentas que podem ser utilizadas em um processo seletivo e que auxiliam a identificar se o candidato possui competências como espírito de liderança, assertividade, capacidade para dar e receber feedback.
A especialista salienta, no entanto, que as organizações não devem esquecer que determinadas competências comportamentais podem ser desenvolvidas quando o profissional passa a conviver com a cultura da empresa. Esse é um assunto relevante para quem atua em Gestão de Pessoas ou mesmo procura alternativas para escolher a pessoa certa para os cargos que precisam ser preenchidos. Confira a entrevista na íntegra, logo abaixo!

RH.COM.BR - É realmente indispensável identificar competências comportamentais nos processos seletivos?
Cíntia Baranek - Sim, pois o nosso mundo está totalmente globalizado e estando neste nível automaticamente os que fazem parte dele ficam mais exigentes. Antigamente, as empresas buscavam profissionais com conhecimento formal e acadêmico. Isso incluía, por exemplo, pessoas que falassem outros idiomas, que tivessem preparação acadêmica e dominassem conhecimento em metodologias de trabalho. Hoje, nos processos seletivos é primordial identificar competências comportamentais. Entre essas, apenas para exemplificar, podemos citar a comunicação, a flexibilidade, o espírito do trabalho em equipe, o desenvolvimento interpessoal, a criatividade, o foco em resultados, as habilidades em negociações e a administração do tempo.
RH - Qual o peso que as competências comportamentais têm nos processos atuais de seleção?
Cíntia Baranek - Tem um peso significativo nas contratações, pois o comportamento de um candidato demonstra muitas coisas que ele mesmo nem percebe que possui, mas que para a empresa é interessante identificar antes da contratação. Vale salientar que, ao mesmo tempo, a identificação das competências comportamentais pode ser positiva para a empresa e negativa para o candidato. Para a empresa porque durante a seleção será possível identificar que o candidato não estará em condições de exercer as atividades do cargo e isso não irá gerar frustração à organização que contratou o profissional. Por outro lado, a identificação de competências comportamentais também possibilita pontos positivos para o candidato, pois se o processo for conduzido por uma consultoria, por exemplo, aquela pessoa que já passou por uma seleção estará disponível para outras empresas que poderão se identificar com o perfil profissional e, consequentemente, contratá-la.
RH - Qualquer selecionador experiente está apto para identificar as competências comportamentais em um profissional?
Cíntia Baranek - Temos que lembrar que para um profissional fazer uma entrevista por competência, o mesmo terá que ser um especialista no assunto e sempre buscar o aprimoramento na elaboração de questionários para poder identificar as competências desejadas. Algumas vezes as competências podem ser reveladas através de testes psicológicos, dinâmicas de grupo ou durante a condução de uma entrevista individual por competência. Mas, na maioria das vezes, o candidato só desenvolve determinadas competências comportamentais atuando dentro da empresa. Isso porque após sentir a necessidade da empresa, ele mesmo poderá investir no próprio desenvolvimento ou, então, buscar orientação junto a alguém que possa ajudá-lo a se desenvolver. Em certos casos, algumas competências estão entrelaçadas, o selecionador busca uma que traga, puxe outras como, por exemplo, liderança. Possivelmente o candidato que tenha essa competência levará para a organização que o contratou poder de decisão, negociação, comunicação e planejamento - competências que podem ser desenvolvidas durante os primeiros meses de atuação na empresa.
RH - Supondo que o candidato consiga captar que determinada competência comportamental está sendo trabalhada na seleção. Isso poderá comprometer o processo?
Cíntia Baranek - Isso dependerá exclusivamente do candidato. Se ele souber trazer essa habilitada à tona para o processo seletivo, será um lucro. Mas se o candidato, não souber trabalhar com tal competência comportamental, importante para o cargo que precisa ser preenchido, não será interessante que o mesmo continue no processo.
RH - Quais as dificuldades mais comuns que os selecionadores encontram ao tentar identificar as competências comportamentais nos candidatos?
Cíntia Baranek - Em primeiro lugar, o especialista tem que ter em mente que para se fazer um processo seletivo de sucesso que envolve a identificação de competências comportamentais é exigido conhecimento, para que possa administrar a entrevista, a dinâmica de grupo ou os testes de forma eficaz e produtiva. O selecionador precisa ficar atento para que não seja "enganado" pelo candidato, pois a pessoa que participa do processo estará buscando conquistar uma oportunidade e pode tentar mascarar atitudes que não sejam compatíveis com o cargo que será preenchido. É bom mencionarmos que existe ainda a possibilidade do candidato sentir-se pressionado e procurar omitir informações precisas e valiosas. Nesse caso, se o entrevistador não obtiver competência, habilidade e conhecimento poderá ser influenciado, comprometendo seriamente o processo.
RH - Quais os recursos que a Sra. considera mais eficazes para um selecionador identificar as competências comportamentais?
Cíntia Baranek - Hoje, temos um recurso que esta sendo muito usado pelos executivos - o coaching, que ajuda a desenvolver habilidades comportamentais e emocionais, sendo eficaz, rápido e objetivo. Mas também, podemos incluir essa metodologia em treinamentos, dinâmicas de grupo, avaliação presencial - simulando situações vivenciais, desafios do cotidiano e do meio empresarial - testes psicológicos e entrevistas de mapeamento de competências que estão sendo mais usados nas organizações. Esse recurso uma vez conduzido de forma correta a margem de acerto chega a quase 100%.
RH - Esse recurso que a Sra. acabou de citar, pode ser usado em qualquer processo de seleção?
Cíntia Baranek - Isso dependerá do que a empresa quer que seja identificado, para que o processo seletivo seja eficaz. Por exemplo, em um processo para a contratação de um executivo não podemos aplicar uma dinâmica de grupo ou um treinamento que envolva muitos candidatos, podemos trabalhar com avaliação presencial, coaching e testes psicológicos. Nos processos que têm como objetivo a contratação de supervisores, coordenadores, especialistas e analistas podem ser usadas ferramentas como dinâmicas de grupo, avaliação presencial, testes psicológicos e entrevistas de mapeamento de competências.
RH - Quais os possíveis problemas que podem surgir para a empresa contratante, se durante o processo de seleção foram levadas em consideração apenas as competência técnicas e o lado comportamental do candidato foi deixado "de lado"?
Cíntia Baranek - Se isso ocorrer, possivelmente o candidato não se adaptará à empresa ou à vaga, podendo gerar problemas comportamentais como: dificuldade em se relacionar com o grupo; desconfiança do cargo que foi lhe oferecido; recusa para aceitar ajuda; dificuldade para trabalhar sob pressão; insatisfações; estagnação; sensação de impotência diante da realidade que vive e ainda não enxergar "ele próprio" na organização. Dependendo do cargo o profissional nem saberá vender o produto da empresa.
RH - Que recomendações a Sra. pode dar a um selecionador que trabalha constantemente na identificação de competências comportamentais?
Cíntia Baranek - Diria para todo selecionador que sempre busque o aprimoramento profissional, através de especializações, cursos, palestras, leituras direcionadas para o trabalho e o mais importante, ouvir quem já possui muita experiência no assunto.

Retirado do site:http://www.rh.com.br/Portal /Recrutamento_Selecao/Entrevista/6198/como-identificar-competencias-comportamentais-em-um-processo-de-selecao.html

terça-feira, 1 de junho de 2010

Hierarquia de necessidades de Maslow


A hierarquia de necessidades de Maslow, é uma divisão hierárquica proposta por Abraham Maslow, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada um tem de "escalar" uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto-realização.


Maslow define um conjunto de cinco necessidades descritos na pirâmide.

*Necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
*Necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
*Necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
*Necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
*Necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: "What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!".
É neste último patamar da pirâmide que Maslow considera que a pessoa tem que ser coerente com aquilo que é na realidade "... temos de ser tudo o que somos capazes de ser, desenvolver os nossos potenciais".


Retirado do sit: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_de_necessidades_de_Maslow

*Este tema foi apresentado em nossa última aula no dia 25/05*

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Comportamento Humano

Comportamento Humano!
Eis, um tema complicado!
Vou tentar abordar o assunto citando fatos e acontecimentos do nosso cotidiano.
Comportamento humano é estudado atravéz dos tempos por filósofos como Platão, Sócrates, Sigmund Freud, entre outros.Na verdade poderemos tentar aqui explicar atitudes do ser humano que nem sempre são benéficas, portanto essa mesma palavra Atitude, tema que escolhi em um artigo passado, é a palavra com sentido contrário neste texto. A atitude de cada um de nós em determinadas situações, podem influênciar ou desencadear uma situação totalmente desconfortável, inóspta a sí e aos outros também, podendo ocasionar, um desajuste no ambiente de trabalho. Por mais que tentamos justificar fatos e atos, não conseguimos achar uma explicação plausível, fica difícil esclarecer certas ações e situações. Costumo dizer que o ser humano é uma caixinha de surpresa, você nunca sabe quando ele poderá ser ou não ser verdadeiro!
Em certas situações de nossas vidas, sempre procuramos estar dentro de um padrão, no qual achamos ser síntese de aprendizado atravéz dos tempos, e que trazemos de nossos pais e avós, o que é ser correto, justo e verdadeiro sempre!!!
Um aprendizado! E muitos usam essa frase bem típica para essa ocasião, "Vem do Berço", não é bem assim! Todo ser humano tem personalidade própria, que naturalmente vem com ele, se esse ditado fosse verdadeiro, não poderia usa-lo, pois o que diremos dos homens que vivem à marginalidade da vida, atribuimos também a tal berço?
Acho que não!!!
Cada ser é um, não podemos atribuir aos antepassados deste, sua atitude presente. Seria uma injustiça aos pais dessa criatura, pois em muitos casos estes são trabalhadores humildes que defendem seu pão de cada dia, e jamais em determinado momento de sua vida achou que seu filho criado dentro de seus padrões normais de humildade e honestidade, fosse enveredar por caminhos tortuosos. Para esses pais, foi uma fatalidade da vida que levou seu filho a ser um marginal, o contrário seria esse o melhor filho do mundo e tendo como espelho seus pais.
Dificil, não?
Por isso digo o ser humano é realmente um caixinha de surpresa, por mais que tentamos explicar não conseguimos. Alguns dos nossos pensadores da história tentaram, conseguiram explicar com fatos o comportamento humano, mais, como os tempos mudam, o ser humano acompanha as mudanças, seu comportamento também toma formas e foge do convencional, padrões até então idealizado por nossos pensadores históricos.
Fica aqui hoje algo para pensarmos:-"Devemos estar sempre atentos, não fazendo de nossas vidas cotidianas como um ato impensado, que possa gerar uma atitude contrária, um desconforto à nós e as pessoas que conosco convivem".
"O verdadeiro homem não é aquele que comete erros, e sim o que tem a capacidade de admití-los"

Este foi um artigo meu publicado no Jornal Primeira Página de São Carlos, na data de 17/05/2005

Cláudia Aparecida Franco de Oliveira/ São Carlos

lindamulher (Cláudia Franco)
Publicado no Recanto das Letras em 22/08/2007

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Cláudia Aparecida Franco de Oliveira). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Sobre a autora

lindamulher (Cláudia Franco), Itirapina/SP - Brasil, 50 anos, 1323 textos (88315 leituras)
4 e-livros (221 leituras) (estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/05/10 21:11)

Retirado do site :http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/618240


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Inteligências Múltiplas

Denomina-se inteligências múltiplas à teoria desenvolvida por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Harvard, liderada pelo psicólogo Howard Gardner, a partir da década de 1980.
Gardner não acreditava que tivéssemos apenas dois tipos de inteligências (lógico/matemática e lingüística), questionando a possibilidade de outras capacidades.
A pesquisa identificou e descreveu sete tipos de inteligência nos seres humanos, e, no início da década de 1980, obteve grande eco no campo da educação. Mais recentemente, acrescentaram-se à lista original as inteligências de tipo "naturalista" e "existencial".



PESQUISA REALIZADA EM DIFERENTES COMUNIDADES SOCIAIS SOBRE AS INTELIGÊNCIAS:

• O desenvolvimento de diferentes tipos de capacidades em crianças normais;
• Crianças com dificuldades de aprendizagem – alternativas de trabalhos para superar obstáculos;
• Culturas diferenciadas – estudou diferentes populações para identificar diferentes dificuldades e diferentes soluções;
• Diversas espécies de animais;
• Como as capacidades adquiridas falham sob condições de dano cerebral, contando com a plasticidade cerebral e a renovação de neurônios.

CONCLUSÕES

• Existem mais inteligências que as conhecidas;
• A princípio foram localizadas 7 inteligências;
• Atualmente são conhecidas nove inteligências.

As 9 (nove) inteligências


Inteligência lingüística
- Articular e comunicar ideias;
- São pessoas que sabem se expressar, que sabem escrever poesias e que falam bem.


Lógico/ matemático
- Raciocínio lógico.




Corporal – Cinestésica
- Ação do corpo sobre o objeto.



Musical
- Desenvolvimento das capacidades que colaboram em outras inteligências, ritmo, melodia, rima.


Interpessoal
-Relação com o outro, leitura corporal, empatia;
- Colocar-se no lugar do outro.



Intrapessoal


- Conhecer-se;
- Estar de bem consigo mesmo;
- Administrar seus sentimentos e emoções a favor de seus projetos pessoais.



Pictórica

- É demonstrada pela reprodução de desenhos e objetos, situações reais ou mentais e capacidade de organizar elementos visuais de forma harmônica.



Espacial
- Leitura em tridimensão, movimentação entre os objetos.


Naturalista
- É demonstrada pela capacidade de a pessoa ser sensível ao mundo natural que está a sua volta.


Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncias_m%C3%BAltiplas

Relacionamento Humano e Teoria dos 4 Temperamentos
Aula dia 18/05

Nessa aula ainda falamos sobre o filme "De Porta em Porta", fizemos uma discussão sobre a deficiência do Bill, e discutimos sobre os pontos positivos que ele demonstra e também os negativos.




Positivos
* Persistência
*Determinação
*Paciência
*Otimismo
*Coragem
*Dinamismo

Negativos
*Teimosia
*Orgulho
*Resistência a mudanças
*Resistência a tecnologia

Após essa conversa na sala o professor Marcelo falou sobre a Teoria dos 4 Temperamentos de Hipócrates e sobre Relacionamento Humano, como é complicado lidar com o próximo e o que podemos fazer para mudar esse quadro.
Muitas vezes nos deparamos com esse tipo de situação, com um colega no trabalho ou até mesmo na faculdade que é difícil ter um relacionamento, cabe a cada um de nós saber onde está o problema, se é no colega ou em nós e tentar ser diferente. Uma conversa simples pode mudar completamente uma rotina que era chata e até mesmo atrapalhava o desenvolvimento do trabalho ou do grupo.
A teoria de Hipócrates é muito interessante e demonstra que temos um ou outro aspecto pelo nosso jeito de ser. Acontece de nem sempre sabermos disso.

*Abaixo temos a descrição de cada um dos pontos que ele destacou.*

Relacionamentos no geral tem seus altos e baixos, seja ele com os pais, irmão, amigos, companheiros (as), enfim, temos que saber contornar as situações.

A verdade é uma só, será que o ser humano vive para ser compreendido?!?!

Postado por Elisângela Silvino

quinta-feira, 20 de maio de 2010

PERFIS PSICOLÓGICOS

A psicologia moderna trabalha com 4 perfis psicológicos: Colérico, Melancólico, Sanguíneo e Fleumático. Esses perfis são fundamentais para as escolhas de carreira, trabalho, parceiro, sócio e até da modalidade esportiva. Conhecê-los é essencial para sabermos quem e como somos, o porquê de nossos hábitos e atitudes e o modo como agimos. Muitas empresa usam os quatros perfis no processo de seleção.

Colérica
· É uma pessoa ativa, otimista e dinâmica. Líder nata, a colérica não tem medo de assumir riscos e de enfrentar desafios. É trabalhadora, tem uma enorme disposição física e demonstra muita determinação e perseverança.
· Do lado negativo, o perfil colérico é extremamente agitado e impulsivo, tendendo ao egoísmo e arrogância. Muitas vezes demonstra insensibilidade e indiferença.


Melancólica
· É passiva, muito sensível e tímida. Extremamente criativa e imaginativa, a melancólica tem fortes tendências artísticas e pedagógicas. Possui grande empatia e é incapaz de ferir alguém.
· Por outro lado, tende a ser pessimista e ansiosa. Tem baixo nível de concentração, é distraída, dispersa e perde o foco facilmente. A melancólica tem dificuldade em cumprir tarefas, enfrentar desafios e correr riscos.

Sanguínea
· É ativa, extremamente sociável e animada. Com alto grau de energia, demonstra grande capacidade de concentração e disciplina. Tem facilidade para trabalhar em equipe e lidera pelo exemplo. Preocupa-se com o futuro e com a sua independência.
· No entanto, às vezes demonstra ser crédula e boazinha demais. Também tem tendências a exagero e a acreditar nas próprias fantasias. A sanguínea costuma ser volúvel e indisciplinada.

Fleumática
· É passiva, dotada de uma calma acima do normal e com alto grau de eficiência e inteligência prática. Cumpridora, confiável e honestíssima, a fleumática é uma excelente sócia e parceira. Tem facilidade para cumprir tarefas, ler e pensar e se interessa por cultura, estudo e desenvolvimento profissional.
· Apesar disso, a fleumática é introvertida, indecisa e muito desconfiada. Ela se desmotiva com facilidade e se contenta com pouco. Tem fortes tendências para o comodismo e conformismo, além de ser muito conservadora e rígida. Encontra muita dificuldade em trabalhar em equipe.


terça-feira, 18 de maio de 2010

Inteligências Múltiplas

"Não basta saber, é preferível saber aplicar. Não é bastante querer, é preciso saber querer". (Goethe)

Pedagogia Empreendedora

Fernando Dolabella



Introdução

A Pedagogia Empreendedora focada por Fernando Dolabella nos incentiva ao sonho de diversas formas. A aprendizagem signifi cativa faz levar ao aluno a necessidade de sonhar com objetivos próprios. Dessa forma, devem ser levadas ao aluno formas prazerosas do aprender a apreender, tendo prazer nessa aprendizagem. Sonhar com o futuro profi ssional e saber por que hoje estão se estudando determinados conteúdos precisa ter significação.

O líder é aquele que conhece o sonho e pode ajudar o outro ou grupos a seguirem seu sonho, imaginando, criando, inovando, fazendo, alterando o sonho em si mesmo. De forma contínua, ele leva a emoção para seus cooperados, ajudando-os a chegarem a esse sonho tão almejado que todos devem ter.

Significados de uma Educação Empreendedora

De acordo com Dolabella, a globalização, por ser “a integração dos negócios em seu sentido mais abrangente do desenvolvimento de produtos e serviços ao consumo final, da produção aos mercados e à propaganda [...]”, está ligada ao empreendedorismo por hoje ser a política de combate ao desemprego.

As conseqüências do processo de globalização que despertam mais interesse no campo do empreendedorismo são o desmonte e a reestruturação do negócio principal, tornando, assim, as empresas mais ágeis e seguras de seu funcionamento, despertando, principalmente para as pequenas empresas, a competitividade global em sua ação. Para isso, são fornecidos cursos de Administração de Empresas, levando o interesse dos funcionários ao domínio da simplicidade das micro e pequenas empresas sobretudo. Levam-se em consideração as competências, a educação formal e o aprendizado cultural para um melhor relacionamento entre os próprios funcionários e para o atendimento ao cliente.

Segundo Dolabella, “o espírito empreendedor é um potencial de qualquer ser humano e necessita de considerações indispensáveis para se materializar e produzir efeitos, tanto no ambiente macro, na democracia, na cooperação, quanto na estrutura de poder, tendendo para a forma de rede”. O sonho é uma necessidade que o ser humano tem de se realizar e de desenvolver a sua vida profi ssional. O empreendedor é alguém capaz de gerar novos conhecimentos, buscando-os a todos os instantes, de acordo com os quatro pilares da educação: aprender a ser, aprender a fazer aprender a conhecer, aprender a conviver.

O empreendedor necessita não apenas da interação técnica com o seu objeto de trabalho, mas também desenvolver relações multiformes com a realidade. Dessa forma, o saber útil tem capacidade de representar a realidade de forma diferenciada e o grau de congruência entre o seu “eu” e a realidade a ser construída. Se essas relações forem harmônicas, o grau de confi ança e auto-estima será alcançado.

O saber empreendedor ultrapassa o domínio de conteúdos científi cos, técnicos e instrumentais. O autor citado nos relata que “o sonho deve ser transformado em algo concreto, viável, sedutor; sua capacidade de trazer benefícios para todos é o que lhe dá o caráter de sustentabilidade”.

O empreendedor tem a necessidade de modifi car a realidade, obtendo, assim, a auto-realização, oferecendo valores positivos aos que estão ao seu redor, gerando e distribuindo riquezas materiais por meio de idéias, conhecimentos, arte e fi losofi a. As emoções; a ousadia de enfrentar as incertezas, os desejos, os sonhos e os valores e de construir a partir da ambigüidade e do infi nitivo; a rebeldia e o inconformismo; a consciência de erros e acertos; e a capacidade de mudar o mundo são características essenciais que o empreendedor tem em um processo de construção do futuro.

Pedagogia Empreendedora

Tem como objetivo primordial estimular os alunos e preparálos para sonhar e buscar a sua realização, como também desenvolvê-los e torná-los capazes de sonhar e construir os quatro pilares da educação: aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conhecer, aprender a conviver.
Para formular esse sonho, o aluno deverá conhecer a si mesmo, a realidade em que está inserido, como também a natureza de seu sonho, ou seja, programar-se para que este seja realizado de
maneira planejada e satisfatória, levando em consideração a sua auto-estima, o seu autoconhecimento e a sua visão de mundo como sendo o sistema de valores.
A Pedagogia Empreendedora se propõe ao aprimoramento da capacidade de ajustar sempre uma percepção ética, signifi cando a construção evolutiva de conceitos como liberdade, democracia, respeito, cooperação e amor acima de tudo. Dessa maneira, não devemos propor um tipo de sonho a ninguém, pois é arriscado prever uma atividade profi ssional. O pedagogo empreendedor poderá, sim, estimular a criança a sonhar com o seu futuro sem necessariamente dizer o que gostaria que ela fosse, projetando o sonho do adulto numa criança, que, muitas vezes, poderá ser um profi ssional não realizado. A estratégia da Pedagogia Empreendedora funda-se em estimular o sonho, não interferir na construção nem na realização deste, oferecendo apenas orientação e meios para desenvolver as competências e habilidades para formulá-lo e buscar realizá-lo.

A escola poderá oferecer meios para a construção dos sonhos dos seus alunos em conversas informais ou questionários, incentivando-os, esclarecendo sempre o que eles são e o que querem ser para ter uma independência fi nanceira. Ela deverá também levar os conteúdos de forma prazerosa, mostrando os objetivos de cada disciplina, para que possam aprendê-las e saber onde eles irão utilizá-las na sua vida, seja estudantil, seja profi ssional. Não acontecendo assim, o sonho não é congruente com a forma de ser e as aspirações coletivas; como também o conteúdo de ensino com as aspirações, e o conteúdo com o sonho, mas a escola não está habilitada a estabelecer relações entre os conteúdos e suas aplicações.

O ciclo de aprendizagem do empreendedor poderá ser realizado através do indivíduo, que, ao desenvolver o sonho, projeta a imagem do futuro aonde ele deseja chegar, estar ou de quem ele deseja ser. Depois, ele busca realizar o sonho, mas, para isso, identifi ca o que for necessário para realizá-lo.

De acordo com Dolabella, “o aprendizado empreendedor é um processo permanente Ele se altera durante toda a sua existência na Terra. A cada dia, é uma nova experiência, é um resultado novo, influenciando na transformação do sonho, exigindo uma busca da realização e dos elementos de suporte. O objetivo do sonho é algo que se transforma na ação e está inserido em uma realidade que sofre constantes transformações, exigindo, portanto, um aprendizado que começa a cada dia”. Na música Disparada, Geraldo Vandré relata que já passou nessa vida como boi, hoje é boiadeiro, que leva sua boiada. Houve o crescimento, o amadurecimento. “Os sonhos foram se clareando, até que um dia acordei [...] Agora sou cavaleiro, laço firme e braço forte, num reino que não tem rei.”
A busca da realização do sonho não é tarefa fácil, pois se exigem algumas habilidades. Para realizá-las, necessita-se de conquistas crescentes que dizem respeito ao entendimento do mundo, constante aprendizagem signifi cativa. O sonho está presente em nossa vida em todos os instantes: no trabalho, nos horários vagos, nas férias, na aposentadoria. Ou seja, é permanente: a todos os momentos, o sonho poderá ser imaginado e realizado.

Existem sonhos de toda natureza. Há os voluntários, como ajudar crianças, abrir ONGs, ajudar famílias carentes — dos quais poderemos extrair o nosso crescimento moral —, e mesmo os de trabalho remunerado, como a escolha de nossa profi ssão — sendo pedagogas, as pessoas que se preocupam em educar gente; pediatras, as que tratam doenças infantis, etc. É esse trabalho que irá nos manter com o pão de cada dia. A escolha dependerá da tendência profi ssional, da experiência de vida e das oportunidades que a pessoa poderá ter.

O sonho poderá levar uma pessoa a desenvolver a capacidade de liderar outras, mobilizando-as e estabelecendo relações de cooperação. Para isso, ele produzirá ousadia, criatividade, perseverança, capacidade de sempre assumir riscos.

Conclusões

Pretendeu-se que este artigo proporcionasse, de forma sintética, mas objetiva, o entendimento do conceito da Pedagogia Empreendedora. Para melhor redigi-lo, optouse por uma descrição da educação empreendedora, dos sonhos e das suas realizações, do conceito e das qualidades para ser um líder empreendedor, o que levará grupos de pessoas a sonharem e serem felizes. É necessário aprender com o sonhar e colocar os sonhos em prática de forma ideal e vibrante.

De Flávio José Nelson de Vasconcelos é professor de Língua Inglesa, pedagogo, pós-graduado em Pedagogia Empresarial e Estratégica, pela UnP, e também em Gestão do Trabalho Pedagógico, pela Faculdade Internacional de Curitiba (Facinter).
Contato: flaviojose@unp.br

Retirado do site:http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1361
www.fernandodolabela.files.wordpress.com/2009/01/...





quarta-feira, 12 de maio de 2010


É, a aula de ontem (11/05/2010) foi muito boa mesmo, fomos para a sala de vídeo (muito boa por sinal). O filme que vimos realmente é muito interessante, o Bill é um exemplo incrível de persistência e garra, pois foi contra todas as expectativas negativas que existiam sobre ele pelo fato de ter paralisia cerebral ocasionada na hora de seu nascimento.
Bill fez história na empresa em que trabalhou por quase 40 anos e deixou muitas pessoas orgulhosas por nunca desistir.
A vida nos prega muitas peças e nunca sabemos o que vai acontecer, para o Bill apesar de ter tudo contra ele a vida lhe deu uma mãe que o amou muito e nunca permitiu que ele sentisse vergonha de sua condição e isso fez dele um homem com uma história incrível...
Um filme que vale a pena ver.

Na próxima aula o professor informou que teremos uma atividade relacionada ao filme. Vamos ver o que nos aguarda!

Postado por: Elisângela Silvino

De Porta em Porta





Na aula do dia 11/05 o professor Marcelo nos levou para a sala de vídeo para assistir ao filme De Porta em Porta.
Segue sinopse:

Mais uma história real de um homem com paralisia cerebral que apesar de todos os problemas e preconceitos recebeu o prêmio de melhor vendedor dos Estados Unidos.
Bill Porter, incentivado por sua mãe que sempre o tratou como qualquer outra pessoa, foi em busca de um emprego, ser vendedor. Inicialmente, foi recusado, mas não desistiu e ganhou uma área que ninguém queria atuar pela dificuldade em realizar vendas.
E lá foi Bill, batendo de porta em porta, recebendo “nãos”, sendo discriminado por uns, até que consegue fazer sua primeira venda.
Foi a primeira de inúmeras e qual a receita de Bill? Entender as necessidades dos clientes, ouvir legitimamente, quebrar todo e qualquer tipo de preconceito, tornando-se com o passar do tempo, o “amigo” vendedor que dava conselhos, era o ombro amigo que aparecia nos momentos de tristeza e angústia.
Apesar da deficiência, Bill não se sentia diferente e não gostava que o tratassem como um deficiente, ele era uma pessoa que podia trabalhar e se desenvolver, mesmo com a perda da mãe não se deixou abater.
Os anos passam e com a vinda da tecnologia, o sistema de vendas muda e Bill não consegue se adaptar, pois acredita que a venda é uma arte, que deve ser feita olho no olho. Sendo assim, Bill resolve deixar a empresa. Mas, por pouco tempo…
É uma grande história de superação e persistência que nos faz refletir que muitas vezes temos todos os recursos necessários e nos deixamos abater por pequenas coisas, mas além disso trata de um assunto relevante para qualquer empresa, como tratar nossos clientes e transformá-los em nosso fãs.

Primeiro, temos que ouvir os clientes para conhecê-los melhor, pois muitas vezes eles não nos dizem claramente sobre suas necessidades, mas se prestarmos atenção no que dizem, podemos buscar novas oportunidades de negócios, afinal ofereceremos produtos e serviços mais adequados.
Segundo, não devemos nos preocupar em apenas fazer uma única venda, mas em manter essa relação comercial ao longo do tempo. E como fazer isso? Ligue para o cliente apenas para bater um papo. Passe apenas para dar um “olá”, mesmo sabendo que ele não comprará nada. Deixe a porta sempre aberta. Não seja aquele vendedor que quando seu cliente compra, fica com um grande sorriso e se ele não compra nada, fica emburrado. Quem é que gosta de um ser desse jeito?
Transformar clientes em fãs, é fazer com que eles te indiquem a outras pessoas, é fazer com que você faça parte do seu dia-a-dia, é te transformar em referência para outras pessoas.


Retirado do site: http://valerianakamura.wordpress.com/2008/03/24/filme-de-porta-em-porta/

Postado por Juliana Carvalho

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Aula - 04/05/10

Video da aula sobre saúde laboral, ministrado pelo professor Marcelo Clemente.



Filmado por Juliana Carvalho

quinta-feira, 6 de maio de 2010


Saúde Laboral, o que é isso???

Pois é, olha eu aí toda concentrada na aula de Pedagogia Empresarial onde o professor falou sobre "Saúde Laboral".
O pedagogo nessa área vai "cuidar" da saúde do colaborador. Acompanhar se todos os cuidados necessários estão sendo seguidos adequadamente.
Muitas vezes, uma pequena mudança de um hábito ou um móvel em um escritório poderá fazer uma grande diferença na vida de um colaborador. Evitar dores ou sídromes posteriores.
Hoje em dia as empresas se preocupam muito com o bem estar do colaborador, pois o colaborador estando bem, evita que ele se afaste da empresa, o que não é interessante para a mesma. As empresas de pequeno porte com poucos funcionários, dificilmente contará com um profissional que cuide dessas questões, mas as grandes empresas já fazem questão de ter um profissional que atue nessa área e tome esses cuidados.
Doenças da atualidade como: tendinites, LER, alergias ou dores lombares que são as reclamações mais comuns nas empresas, muitas vezes acontecem por não ter um profissional direcionado a acompanhar se os colaboradores estão tendo uma postura correta e fazendo pequenas pausas para um merecido descanso.
O pedagogo ao acompanhar os hábitos dos colaboradores poderá dar dicas que vão ajuda-lo a evitar ser mais um que sofre com qualquer uma dessas doenças.

Postado por Elisângela Silvino.

A saúde da empresa depende da saúde dos seus colaboradores



Cada vez mais nos deparamos com colaboradores esgotados, estressados, cansados e sedentários. O dia a dia cansativo no trabalho impede a adoção de atividades físicas. Quando falamos em qualidade de vida no trabalho, as opiniões são consensuais em relação aos benefícios alcançados.

Infelizmente ainda são poucas as empresas que efetivamente se preocupam com a saúde física e mental de seu capital humano. Muitas das vezes esquecem que o sucesso de toda organização depende da saúde daqueles que diretamente estão ligados a ela.

Além da carga excessiva de trabalho que as empresas cada vez mais delegam a seus colaboradores há uma série de outros fatores que contribuem para o sedentarismo de seu pessoal.

É comum, observamos profissionais que permanecem quase 4 horas diárias dentro dos meios de transporte a caminho da residência x trabalho e depois trabalho x residência. É desgastante a ponto de desestimulá-lo quanto a prática de atividades que proporcionem uma melhor qualidade de vida.

Esta análise deve começar no processo seletivo. Contratar profissionais que residam muito longe do local de trabalho requer a criação de mecanismos internos para atenuar os riscos e desgastes. Medidas como programação de ginásticas, massagens corporais e relaxantes, sala de descanso com músicas agradáveis, biblioteca, caminhadas ecológicas, cursos in company, auxílio refeição visando proporcionar um relaxamento durante o intervalo de refeição com uma alimentação saudável, dentre outras atividades podem sim diminuir as preocupações, o estresse e o sedentarismo arraigado principalmente nos colaboradores que em alguns casos suportam de 08 a 10 horas de trabalho diário.

Investir em planos de saúde e odontológico de maneira alguma pode ser considerado como despesas para a organização. Proporcionar ao colaborador facilidade ao procurar apoio médico é sinal de preocupação, cuidado e investimento.

É importante que as organizações mesmo diante das turbulências diárias se perguntem o porquê da queda da produtividade. Pode ser desmotivação, insatisfação, momento passageiro, problemas familiares, dificuldades financeiras, amorosas e sentimentais e sim também problemas de saúde ocasionados pela precária qualidade de vida.

Tanto a empresa, quanto o colaborar são ambos responsáveis pela administração ou pelo menos pela interferência seja ela positiva ou negativa na qualidade e no modo de vida.

Por Sandro Vaz


Retirado do site: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-saude-da-empresa-depende-da-saude-dos-seus-colaboradores/24620/

quarta-feira, 5 de maio de 2010

AULA DE PEDAGOGIA EMPRESARIAL- DIA 04 DE MAIO DE 2010

PEDAGOGO EMPRESARIAL E SAÚDE LABORAL




Professor Marcelo Clemente





Alguns exercícios durante intervalos no trabalho são importantes para evitar algumas lesões causadas por esforços repetitivos (LER).





Alguns pedagogos tanto os que trabalham em sala de aula como os empresariais, podem desenvolver
certos tipos de alergias, como o que mostra a estatística de que 63% desses profissionais já relataram problemas com a voz.

O importante é ter um cuidado específico, bebendo sempre bastante água, e fazendo exercícios com a voz (como já postamos no artigo CUIDADOS COM A VOZ).

Com tanto trabalho surgem certos tipos de síndromes, como a de Bornout que causa depressão, distúrbios afetivos, insônia crônica, incapacidade produtiva, confusão mental, cansaço frequente.
A pessoa vive numa verdadeira confusão de sentimentos e de relacionamentos o que afeta sua produtividade no trabalho.
Muitos profissionais trabalham a maior parte do tempo sentados em frente ao computador e precisam ter uma postura correta para que não tenham dores cervicais ou lombares causadas pela postura incorreta.
Temos alguns exemplos dados pelo professor Marcelo Clemente:

Sentar como se estivesse jogado na cadeira durante o dia todo causará algumas dores futuras.








A postura correta, sentar com pés apoiados no chão e com a coluna reta encostada no encosto da cadeira.




Essas dicas são importantes para que o profissional não só o pedagogo/pedagogo empresarial tenham uma saúde laboral para um bom desenvolvimento de seu trabalho que será bem mais rentável.

Fotos: Renata Sousa da Silva

A POSTURA CORRETA




O Dr. Mauro Bosi, ortopedista do Fusame - Hospital Municipal de Americana, interior de São Paulo explica que para se ter uma postura correta é preciso praticar atividade física regularmente, corrigir sempre a própria postura nas atividades diárias domésticas e/ou profissionais, mantendo a coluna ereta o tempo todo.

Existem três desvios na coluna, relata Dr. Bosi, que são a escoliose, a cifose e a lordose, os quais podem ser congênitos ou adquiridos. Segundo ele, são problemas físicos que podem ser tratados conservadoramente com fisioterapia e/ou coletes, ou, quando o caso requer, com tratamento cirúrgico. A má postura leva inicialmente a dor e depois a uma deformidade que pode tornar-se irreversível (geralmente em pacientes idosos), acrescenta.

Atividades e postura

São vários os tipos de trabalho que obrigam a pessoa a manter certas posições do corpo durante muito tempo e que podem acarretar problemas posturais. Os dentistas, os ourives, os digitadores, os estivadores, entre outros, podem ter sua postura afetada pelo trabalho. Dr. Bosi lembra que, na verdade, todos os trabalhos, sejam eles em pé ou sentados, necessitam de uma ergometria correta (posição e tamanho da cadeira, da mesa, do computador, do teclado, etc...)
para prevenir defeitos posturais. Assim, qualquer postura que não obedeça a esses princípios pode acarretar problemas.

Uma pessoa que se senta de maneira encurvada, em uma cadeira inadequada para costurar ou digitar pode vir a ter problemas no cóccix. Esse problema pode ser corrigido como? A dor no cóccix pode acontecer por sobrecarga local (sentar-se por muito tempo) ou queda sentado, responde Dr. Bosi. O tratamento é feito com analgésicos, antiinflamatório e calor local. A pessoa deve ainda procurar sentar-se, daí por diante, em lugar macio.

Que são métodos cinésioterapêuticos e como se aplicam para a postura? Cinesioterapia é a terapia através dos movimentos (exercícios de uma forma geral) e amplamente utilizada na correção da postura, relata o médico. Além disso, ioga, alongamentos musculares, reeducação postural global (da Escola Francesa), hidroterapia, são recursos que podem auxiliar.
Doenças ligadas à postura

Uma doença se desenvolve como resultado do desgaste dos tecidos do corpo - juntas, ligamentos, tendões, nervos e músculos, relata Dra. Tricia. A postura, a repetição e os movimentos onde há constante esforço são fatores que propiciam a LER (Lesão por Esforço Repetitivo), como os vídeo games.

Normalmente, afirma a médica, duas horas por dia de trabalho no computador não significarão um risco de adquirir LER. No entanto, a maioria das pessoas usa computador pelo menos de quatro a dez horas por dia, pois o fazem tanto em casa quanto no trabalho. A Dra. Tricia recomenda que essas pessoas façam um registro do tempo que despendem no computador. Com isso, ela acredita que vão perceber que passam tempo demais na posição sentada e que precisam intercalar atividades para não contraírem LER ou outra doença relacionada à postura.
Escolhendo um profissional

Encontrar o profissional ideal para tratar de assuntos relacionados às dores e aos problemas de coluna, à má postura, e principalmente às lesões por esforço repetitivo (LER) não é tarefa tão fácil. Dependendo do problema, ele pode ser mais bem detectado pelo ortopedista, reumatologista, pelo fisioterapeuta, por um médico do trabalho, um clínico geral ou um neurologista. Como as dores lombares e outros males afetando a coluna podem ter diversas causas, é preciso encontrar um profissional que dê um diagnóstico 100% eficaz.

Nesse caso, as perguntas que uma pessoa deve fazer a si mesma são:

- Meu médico faz parte do plano de saúde que eu possuo? (caso tenha plano de saúde).

- Meu médico tem horários compatíveis com os meus?

- Onde posso encontrar meu médico, em caso de emergência?

- Tenho tempo durante a consulta, ou sinto que estou sendo apressado?

- Posso abrir-me com ele naturalmente?

- Ele me explica e me faz perguntas de maneira que eu possa entender?

- Sinto-me confortável durante a consulta e recebo atenção?
Cuidados no trabalho

Pessoas que executam serviço repetitivo (digitar, levantar e abaixar maquinários, etc) tendem a ser acometidas de LER. As empresas já estão se dando conta de que os afastamentos e as trocas de funcionários por lesões repetitivas não trazem benefício nem a elas próprias, nem aos empregados. Para que isto não ocorra, há corporações hoje que já se preocupam com a altura certa das cadeiras, das bancadas, dos maquinários, e fazem um acompanhamento mais acurado quanto à postura e a força do empregado no momento do trabalho. Outras empresas chegam a contratar especialistas para promover momentos de alongamento entre os funcionários, o que pode ser muito útil na prevenção postural e de doenças da LER.

Além disto, mudar o empregado de setor é uma alternativa, bem como oferecer intervalos regulares no trabalho. Esses intervalos, ao contrário do que pensam alguns empresários, fazem com que o rendimento e a atenção do trabalho aumentem.

Retirado do site: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3944&ReturnCatID=1777#Cuidados%20no%20trabalho

segunda-feira, 3 de maio de 2010

FOFOCA – Como usá-la em benefício da empresa



Já que a fofoca é inevitável torna-se interessante descobrir como transformá-la em geradora de bom ambiente
Por Alexandre Peconick / Fotos: Site Sxc.hu

Ao falar muito pessoas costumam aumentar ou mesmo distorcer a realidade de um fato
Quem nunca deu ouvidos a uma fofoca – nas empresas, em geral, conhecida como rádio-peão – que atire a primeira pedra. O fato é que nem toda fofoca deve ser avaliada como negativa ou perturbadora do ambiente. Consultores de RH ouvidos pelo SITE DO GRUPO LET asseguram que fofocar é praticamente um hábito de qualquer ambiente organizacional por mais transparente que seja o processo de gestão.

Sabendo que ela existe, o executivo deve conhecer quem são os formadores de opinião, quais as "pautas" (assuntos) mais abordadas e como ele deve utilizar a “ferramenta” a seu favor, como sua aliada. A rádio-peão é um canal não-oficial e oficioso. A empresa que consegue se equilibrar na comunicação não terá a rádio-peão como uma dor de cabeça. Será apenas uma manifestação natural e que jamais será extinta, pois é um processo humano se comunicar, interagir, comentar, concordar ou discordar de ações, palavras e atitudes.

Mas como os funcionários podem de fato usar a fofoca sem que dela “levem uma rasteira”? Profissionais de RH acreditam que o funcionário precisa estar atento às notícias veiculadas pelos corredores e bastidores da empresa. Muitas vezes ele precisa checar se a informação divulgada é verdadeira ou não ou seja, agir como se fosse um jornalista. “Nenhum jornalista divulga informação não checada, assim deve ser também com o colaborador de empresa”, diz Alexandre Peconick, Assessor de Comunicação do Grupo LET.
O rumor atende ao que chamamos a uma condição natural do ser humano de querer saber o que está acontecendo e procurar meios para sua segurança. Não é incomum o fato de observarmos pessoas com crises profundas, estresse e sintomas péssimos de saúde por ouvirem notícias que não eram verdadeiras. Em contrapartida, a solução para combater a fofoca parece simples: ser mais rápido do que ela, com uma comunicação interna eficiente e que tenha foco no trabalho.

Na prática, porém, muitas vezes a fofoca é mais rápida do que um “comunicado oficial” no caso de contratação ou demissão de colaboradores de uma organização. Se a notícia “vaza”, há uma explicação: muitas pessoas estão envolvidas no processo. Se poucas pessoas estiverem envolvidas e a comunicação for imediata, clara, sem segredos e meias-palavras a fofoca será então um mero termômetro que não indicará febre alguma.

Concepções modernas de gestão já entendem que Comunicação Interna não deve ser mais uma sub-área do RH, mas sim uma ferramenta internalizada em todos os colaboradores da empresa. Afinal, Comunicação Interna exige compromisso, comprometimento – responsabilidade de todos. Até porque hoje, no mundo dos negócios, a palavra parceria é fundamental, não apenas parceria com aliados externos, mas sobretudo com aqueles que internamente devem “vestir a camisa”.
Você vai ficar “bem falado” – Já que não dá para evitar, leia como fazer as “conversinhas de corredor” trabalharem a seu favor dentro e fora da empresa
Há apenas uma coisa no mundo pior do que falarem mal de você: é não falarem sobre você. O autor dessa frase é o escritor irlandês Oscar Wilde, famoso por sua língua afiada. E ele estava certo. Se isso vale quando você está fora do trabalho, por que não valeria entre as quatro paredes da empresa?
A fofoca é uma realidade corporativa e existe desde que o mundo do trabalho é o mundo do trabalho. Estudos de longo prazo feitos em diversos países comprovam que as pessoas dedicam de um quinto a dois terços de sua conversa diária à fofoca. Outro estudo feito nos Estados Unidos revelou que um funcionário típico passa cerca de dois meses por ano inteiros “dando com a língua nos dentes”.
Os papos informais na empresa são uma ótima desculpa para descobrir sobre o temperamento do novo líder, entender quem é quem na diretoria, saber de novas vagas no mercado ou divulgar suas últimas realizações - tudo assim, como quem não quer nada. Enfim, fofocar no mundo corporativo não tem a ver, necessariamente, com maledicência. Ao contrário, jogar conversa fora pode ser muito útil para a sua carreira. "Ficar ligado nas informações extra-oficiais é o que eu chamo de inteligência competitiva. Ajuda a entender os movimentos oficiais da empresa, a conhecer melhor as pessoas e a se adaptar à cultura de um lugar", diz um dos consultores de RH ouvidos por nossa reportagem.
"Não usaria
o termo fofoca, mas é importante ter fontes no mercado e na empresa. Todo profissional bem-sucedido tem insights (ganchos interessantes) que o mantém informado", diz um headhunter. Ele mesmo é um grande usuário do disse-me-disse executivo. "Se alguém me diz que um profissional está saindo de uma empresa, deixo passar. Mas se duas ou três pessoas me dão a mesma informação, começo a acreditar", conclui o headhunter. Inserir-se na rede informal de comunicação que se estabelece dentro de qualquer empresa não significa passar o dia de papo no corredor, mas fazer os contatos certos, ter acesso a dados importantes para o planejamento de sua carreira e à compreensão do comportamento alheio.
É lugar-comum no dicionário de um fofoqueiro a máxima de sempre estar de bem com as secretárias. Diz-se que elas são tão rápidas com as notícias que chegam antes do rádio e do entregador de jornal. Secretárias podem ter informações valiosas. Em uma dessas, você consegue uma brecha na agenda de alguém e entende melhor o estilo de trabalho do novo gestor daquela área.
"Quando você fala de alguém, acaba se comparando a essa pessoa e fazendo uma espécie de auto-análise", diz Emrys Westacott, professor adjunto de filosofia da Alfred University, que fica no Estado de Nova Iorque , nos Estados Unidos em entrevista a um site de RH local. Ou seja, a fofoca facilita o relacionamento entre as pessoas, melhora a coesão do grupo, reforça seus valores e ajuda a resolver alguns conflitos.
ENTRE NESSA REDE
Se uma informação relevante chega até seus ouvidos é um sinal claro de que “você é da turma”. Partilhar um dado de valor com alguém é uma prova de confiança e é também um sinal de poder da pessoa que passou a informação adiante. No ambiente corporativo, as conversas paralelas ajudam as pessoas a entender as regras implícitas da empresa e a entender por que estão trabalhando juntas. Nesse caso, a fofoca faz circular informações que geralmente não constam no manual de conduta da empresa, mas servem para que você se sinta incorporado à cultura local.

Para usar um exemplo clássico: se você fica sabendo que, entre outros motivos, aquele gerente foi demitido por ter um temperamento difícil, descobre, por tabela, que tipo de comportamento não é bem-visto -- e falado -- na empresa em que trabalha. Por outro lado, se avisam a você, em primeira mão, que um determinado departamento vai abrir vagas para um projeto internacional, você tem tempo de melhorar o inglês e se preparar para concorrer à vaga. Então, fique de ouvidos bem abertos porque muita informação de valor circula pelos corredores da empresa. E, muitas vezes, elas estão nas entrelinhas.

Para que essas dicas cheguem ao seu ouvido, não dá para ser sovina. A relação é direta: para obter informações, é necessário dar outras em troca. Você pode puxar o assunto intencionalmente. Não há mal nenhum nisso. O segredo é não ser interesseiro. E, acima de tudo, fuja da boataria cujo objetivo é prejudicar alguém -- ou a própria empresa --, de discussões sobre vida pessoal de quem quer que seja, de troca de segredos empresariais.
CONVERSAS DE CORREDOR
Há consultores de RH que defendem o fato de que sinergia, times, trabalhos por projeto, redução de níveis hierárquicos -- tudo isso contribuiu para que as pessoas falassem mais umas com as outras. Acreditam ainda que , a fofoca corporativa é a fonte genuína de informação da empresa. O líder que não se dá conta disso corre sério risco de ficar mal falado. Hoje, cerca de 70% do trabalho de um líder envolve a mobilização de pessoas. E ouvir o que elas dizem faz parte disso. Alguns líderes até capitalizam em cima disso e promovem encontros "oficiais" para a fofocagem, em que há espaço total para a conversa fiada.

Em empresas como o laboratório farmacêutico Bristol-Myers Squibb, que estava na edição 2005 do Guia EXAME-VOCÊ S/A As Melhores Empresas para Você Trabalhar, as conversas de corredor são acompanhadas de perto - principalmente se a maledicência correr solta.
NÃO MORRA PELA BOCA
Existe ética até mesmo na hora de fofocar. Veja como estabelecer uma relação de confiança com os outros e evitar que seus comentários se voltem contra você:
Ouça mais - Sabe por que temos duas orelhas e uma boca? Para ouvir mais e falar menos.

Abra o olho - Na hora de passar seu recado, cuidado. A comunicação informal é algo que corre sem controle. Por isso, muita cautela ao escolher a pessoa com quem você vai falar. É do jeito dela que a história será passada adiante.

Seja discreto - Não gaste tempo comentando sobre fofocas correntes no escritório. Na hora do "vamos ver", você pode ser considerado culpado por associação.

Seja do bem - Fofoca corporativa é para trabalhar a favor de sua carreira. Portanto, não seja "língua de trapo" e, se algum comentário seu magoar alguém, peça desculpas imediatamente.

Troque dados - Não dá para ficar sabendo de tudo se você nunca diz nada de relevante. Para obter informações, coloque na roda algo que pode ser importante para a carreira do seu parceiro.
QUANDO VOCE É O ASSUNTO
Quando a fofoca vira boato, fuxico, sua carreira e imagem podem sair prejudicadas. O que fazer, então?
Regra número 1: respeite a proporção - A resposta tem de ser do tamanho do prejuízo. Ao se pronunciar publicamente contra um boato, você pode chamar a atenção de quem nem sabia do mexerico. Logo, é sempre um risco divulgar um comunicado para a empresa inteira.

Regra número 2: avalie o estrago - Se o boato for algo danoso demais, vale a pena se pronunciar publicamente, pois as conseqüências podem ser ruins, mesmo que atinjam pouca gente.

Retirado do site: http://www.grupolet.com/noticias_20090302_fofoca.asp

COMO CONDUZIR REUNIÕES



7 dicas de como conduzir uma boa reunião


Reuniões mal conduzidas, assim como o excesso de reuniões desnecessárias são um dos motivos que levam a um fracasso da produtividade coletiva no mundo corporativo atualmente. De acordo com um estudo realizado pela Triad Consultoria, o desperdício que se tem com reuniões improdutivas é de, aproximadamente, 500 mil reais a cada 100 funcionários. Esse é um problema a ser percebido pelas empresas, que muitas vezes não dão muita importância para o assunto, comprometendo assim o desempenho de sua equipe e levando a gastos desnecessários. A mesma empresa constatou em uma pesquisa com 2000 profissionais, onde 64% destes dizem que as reuniões nas empresas em que trabalham são desnecessárias ou mal conduzidas.
Christian Barbosa, um dos maiores especialistas em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial, fundador da empresa realizadora da pesquisa, escreveu um artigo onde relata sete técnicas para serem aplicadas em uma reunião de cárater profissional, uma vez que, segundo ele, o condutor da mesma tem a missão de fazer com que ela atinja os objetivos propostos. Veja:

Estabeleça previamente os propósitos da reunião – Para que uma reunião seja produtiva, todos participantes devem estar preparados e esclarecidos sobre o motivo da reunião, bem como sobre o que será discutido nela. Reuniões de última hora devem ser evitadas.
Convoque certo – É importante analisar o motivo da reunião, para que se possa convocar as pessoas que realmente forem indispensáveis para tratar sobre o assunto proposto. Fazer número na sala de reunião é despediçar o tempo de algumas pessoas.
Abra a reunião explicitando os propósitos - Ao iniciar a reunião leia o objetivo e a pauta da mesma, deixando-os visíveis durante toda a reunião.
Permaneça em pé – Christian afirma que sempre conduz reuniões para clientes de pé, pois dessa forma ele evita conversas paralelas em função de seu posicionamento, observa os participantes e também referencia visualmente o objetivo escrito, quando o foco é perdido.
Utilize um relógio no centro da mesa – Ter o controle do tempo da reunião é um desafio para os condutores da mesma, assim uma solução a isso seria um relógio grande no centro da mesa para que seja visível a todos e não apenas ao condutor. Assim, todo o grupo será conscientizado e se preocupará com o tempo.
Registre a memória da reunião – Para que a conversa não se perca ou fique prolixa, registrar as principais idéias discutidas na reunião e os próximos passos pode ser uma boa saída.
Avalie o processo – Para ajudar a você a aprimorar sua técnica, faça após a reunião uma pesquisa com os participantes sobre a mesma e seu processo de condução.
Christian ainda afirma que cabe ao líder da equipe, além de conduzir o encontro, delegar essa função para algum outro membro do grupo que consiga fazer com que a reunião seja objetiva e, principalmente, produtiva. Essa é uma ótima oportunidade para que os funcionários mostrem sua capacidade de liderança. Uma condução efetiva, além de destacar as características pessoais, permite que a sua produtividade e a da equipe aumentem consideravelmente para que a empresa atinja os resultados esperados.

Vale ter maior atenção na forma em que sua empresa está conduzindo as reuniões, para que se possa ter um maior cuidado e para evitar desperdícios, e para que a mesma possa obter a eficiência e a eficácia desejadas. Tais técnicas relatadas por Christian Barbosa, se aplicadas de maneira correta, podem colaborar para que as reuniões possam atingir os seus objetivos. Experimente!

Retirado do site: http://www.sucessonews.com.br/7-dicas-de-como-conduzir-uma-boa-reuniao/

Dinâmica de grupo

Dinâmica de grupo de sensibilização para QUALIDADE DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL ou INTEGRAÇÃO DE NOVO COLABORADOR (para seis participantes ou mais)



Material necessário: balões coloridos

Esta dinâmica pode ser aplicada sempre que houver a constatação que algum integrante da equipe está se isolando dos demais ou quando um novo colaborador é integrado na equipe de trabalho (por conta de novas contratações), a qualquer tempo.

Esta dinâmica pode ser aplicada sempre que houver a constatação que algum integrante da equipe está se isolando dos demais ou quando um novo colaborador é integrado na equipe de trabalho (por conta de novas contratações), a qualquer tempo.
· Para iniciar a atividade, convide os participantes para, de pé, se disporem em um círculo e distribua um balão para cada um;
· Comente sobre a importância da integração entre as pessoas de uma mesma equipe e como isso influencia na auto-estima individual. Fale sobre como determinados comportamentos podem contribuir, positivamente, com a auto-estima de um colaborador recém contratado e integrado ao quadro funcional da empresa.
· Na seqüência, peça para todos encherem seus balões, “descarregando” dentro deles, todos os sentimentos negativos que impedem um bom relacionamento: impaciência, rudez, frieza, etc… e que, após cheios e fechados, todos os balões devem ser colocados no chão da sala utilizada para esta dinâmica.
· Instrua ao novo colaborador ou colaboradores (no máximo, dois) que se posicionem no centro do círculo.
· Para os demais, peça que se unam firmemente, de braços e mãos dadas, formando uma “corrente” firme, envolvendo o colaborador que está ao centro, e que não possa ser “rompida”.
· Agora, peça para o novo colaborador (que está ao centro desse círculo) para forçar esta “corrente”, tentando “rompê-la” e, dessa forma, tentando sair de dentro do círculo. Preste atenção ao tipo do esforço e, se necessário, modere o exercício para que nenhum integrante da dinâmica se machuque. Certamente o ambiente será de muita energia física e risos. Incentive o grupo que falem entre si, dando instruções para que todos resistam às tentativas de “saída” do colaborador que está ao centro do círculo.
· Quando a “energia” do grupo “diminuir”, encerre a atividade e peça a todos que se posicionem novamente em círculo aberto, sem estarem unidos. Conceda alguns instantes para que todos recuperem o fôlego.
· Faça perguntas ao colaborador que estava no centro: como ele avalia o seu grau de esforço, qual a sua sensação ao tentar sair do grupo e o que pensou quando definitivamente desistiu de tentar.
· Comente que será exatamente assim que o grupo todo se comportará com ele/ela a partir de agora: por mais que ele tente “sair”, sejam por atitudes conscientes ou não, o grupo não permitirá, pois este é o espírito da equipe que o recebe – sempre disposta a “envolvê-lo” e “protegê-lo”, com muita energia de todos os participantes e que o novo lugar dele é com sua equipe e não fora dela.
· Para encerrar, peça que todos dêem, ao mesmo tempo, um abraço coletivo neste novo integrante, estourando os balões com os pés.

Retirado do site: http://www.aglo.com.br/blog/?p=826

domingo, 2 de maio de 2010

Antes,Durante e Depois da Entrevista


Antes da entrevista: planejamento

• Uma boa noite de sono, a cabeça tranqüila e muito otimismo tornam-se indispensáveis nesse dia "D";
• Sentir-se seguro(a) e acima de tudo apto(a) para responder perguntas e aceitar a idéia de ser analisado(a);
• Chegue, pelo menos, com quinze minutos de antecedência. Um pequeno atraso, mesmo com justificativa, poderá ser desfavorável;
• Crie uma atmosfera agradável à seu favor e uma torcida organizada dentro da empresa onde busca uma oportunidade de uma vaga, distribuindo sorriso e cumprimento a todos aqueles que lhe são gentis e prestativos: o segurança, a recepcionista, a copeira, a secretária... Eles saberão o porquê de sua ida até a empresa onde trabalham e poderão desejar-lhe "boa sorte" e, quem sabe, "boas vindas";
• Não interrogue a recepcionista ou qualquer funcionário com perguntas indiscretas do tipo: "Veio muita gente para esta vaga?" "Você sabe o motivo da saída do ex- funcionário?" "Qual é o salário que a empresa está pagando?" E por aí vai...
• Não esqueça de passar no banheiro para dar uma checada na aparência. Olhe a roupa, maquiagem, etc;
• Decore o nome do entrevistador, isso causará uma boa impressão. Trate-o de forma cerimoniosa e respeitosa;
• Esteja preparado(a) psicologicamente e emocionalmente para responder perguntas e para ser analisado(a) durante a entrevista. Mantenha o equilíbrio.

Durante a entrevista: objetividade

O futuro candidato é escolhido 30 segundos após sua entrada na sala do entrevistador. Não se esqueça: a primeira impressão é a que fica. Então, veja as dicas:
• Ao ser anunciada, entre tranqüila, respire fundo e... deseje à você mesma boa sorte;
• Se tiver alguma superstição, entre com o pé direito;
• Não se desespere e vá entrando de vez na sala. Pare na porta, cumprimente e peça "licença" para entrar;
• Mantenha sua expressão fisionômica leve e um sorriso sereno: o carisma é fundamental;
• Não estenda a mão para o(a) entrevistador(a), espere que ele(a) tenha essa atitude;
• Caso haja o cumprimento seguido de um aperto de mão, mantenha seus pertences no braço e na mão esquerda (se for canhota, na direita) para não causar embaraço e constrangimento na hora de dar a mão;
• Não se esqueça da importância do aperto de mão, firme e natural;
• Só sente se for convidada. Se não, permaneça em pé até receber o convite verbal para a atitude. Em seguida, agradeça;
• Caso esteja com uma pasta, uma agenda, uma bolsa, uma maleta, ou qualquer outro pertence, não os coloque sobre a mesa do entrevistador. Mantenha-os sobre o colo, mas cuidado para não se sentir como se estivesse com um "escudo" de proteção. Havendo uma cadeira vazia, coloque sobre ela;
• Por mais cansada, ansiosa ou tranqüila que possa estar, não sente na cadeira de qualquer jeito. Mantenha uma boa postura e a parte superior do corpo projetada um pouco para frente;
• Não cruze os braços, evite a impressão de insegurança ou defesa;
• Olhe nos olhos do entrevistador. Isso passa segurança e confiança;
• Use todos seus sentidos e não se distraia durante a entrevista;
• Não minta e, no caso de respostas comprometedoras sobre o antigo trabalho ou a antiga empresa, prefira omitir;
• Evite gesticular muito com as mãos;
• Durante a conversa, evite gírias, trejeitos e mascar chicletes;
• Tatuagens também ainda não são vistas com bons olhos por algumas empresas. Se você tiver uma num lugar visível, tente cobri-la ou disfarçá-la (pelo menos no dia da entrevista);
• Caso o entrevistador lhe ofereça uma xícara de café ou chá, não recuse por educação nem aceite por obrigação. Dizer "obrigado(a)" só não basta. Dessa forma não dá para saber se você aceitou a tal café ou não. O certo é: "sim, obrigado(a)" ou "não, obrigado(a)". Lembre-se: a xícara na mão direita e, o pires na mão esquerda. Os biscoitinhos poderão esfarelar sobre a sua roupa, portanto, é melhor recusar. Não seria elegante falar com a boca cheia nem ter que se levantar para sacudir as migalhas. Trata-se de uma entrevista e não de um chá informal;
• Se o entrevistador não lhe oferecer água nem café, ou se você sentir necessidade de ir ao banheiro (por isso que é importante ir antes de entrar na sala), não interrompa a conversa. Deixe sua água, café ou banheiro para a hora que terminar a entrevista;
• Se o entrevistador fumar e a fumaça te incomodar, o jeito é suportar até o término da entrevista. Se você tiver uma renite alérgica ou problema respiratório, mencione (com delicadeza e bom senso) essavê um cinzeiro na mesa do entrevistador, não seja o(a) primeiro(a) a acender o cigarro e também não peça permissão para fumar. Deixe o cigarrinho para mais tarde;
• Se o entrevistador atender algum telefonema, não fique encarando-o(a) enquanto ele(a) estiver falando ao telefone. Disfarce abrindo sua agenda ou olhe em direção à janela. Se o assunto for demorado ou muito pessoal, convém levantar-se da cadeira deixando o entrevistador à vontade. Cabe ao entrevistador evitar receber continuamente telefonemas durante a entrevista para não interromper ou dispersar os assuntos e interesses em pauta;
• Fale somente o suficiente;
• Tenha respostas objetivas, claras e diretas.

Depois da entrevista: paciência


É o entrevistador quem encerra a entrevista. Talvez você ouça a famosa frase: "Vamos entrevistar outros(as) candidatos(as) e, em breve, lhe daremos um parecer". É ele quem tem a atitude de lhe estender a mão, agradecer sua presença, levantar-se da cadeira e acompanhá-la (ou não) até a porta de saída.
Mesmo que você ache que a entrevista não tenha sido tão boa, saia da sala da mesma forma que entrou: cabeça erguida, mantendo um sorriso discreto, agradecendo a atenção que lhe foi dispensada. Sinta-se tranqüila e tenha uma expectativa confiante "moderada" para não se decepcionar caso não tenha sido muito bem sucedida na entrevista ou no teste. Seja sempre otimista, não desista nunca, muitas vezes temos que bater em muitas portas para que uma delas possa ser aberta.
Mantenha a ansiedade sob controle, pois o dia seguinte pode ser um dos momentos mais ansiosos de sua vida. Se tudo correu bem, surge o nervosismo inevitável. Se houve incidentes, a desolação se instala. Antes de embarcar em atitudes desgastantes, descubra como manter o autocontrole.
Outro ponto importante é aceitar que há a possibilidade da desclassificação. Um processo de seleção envolve dezenas, centenas e até milhares de candidatos. Matematicamente, é grande a possibilidade de você não ser a escolhida. Mas, se isso ocorrer, não encare a tentativa como um fracasso pessoal.
E se o telefone não toca nunca? Nem para dizer que você está fora da seleção? A maioria dos entrevistadores não se preocupa em dar satisfação para os participantes de um processo de seleção, a não ser para os finalistas. E aí está um dos pontos de tormento dos candidatos. Experimente agir assim:
• Espere 15 dias e telefone.
Fale que participou de tal processo e que continua interessada na oportunidade.
• Espere mais três dias e tente de novo.
• Não pressione com argumentos desesperados ou ameaças.
• Fale apenas com o próprio recrutador que a entrevistou. Não adianta deixar recados com outras pessoas.
• Também não deixe recados na secretária eletrônica dele. Um e-mail pode ser mais eficiente.
• Não se deixe abater com a falta de resposta.
• Se nenhuma das sugestões anteriores der certo, esqueça e se prepare para a próxima seleção.
Racionalize assim: enquanto houver muito mais candidatos do que vagas, o mercado não se preocupará com os sentimentos das pessoas. Se um dia, no entanto, chegarmos ao nível de pleno emprego tão sonhado, serão eles que correrão atrás de você.

Fonte: livro "Relações Interpessoais", de Lívio Callado
Redação Terra

http://www.terra.com.br/mulher/artigos/2002/09/12/002.htm